Gostaria de me desculpar com os amigos leitores pelo fato de não conseguir atualizar o blog diariamente (está complicado faze-lo até mesmo aos finais de semana) esclarecendo que é efeito direto do aumento de tarefas com a proximidade das avaliações e dos seminários na universidade.
No entanto, farei o possível.
Continua a nossa vigília e a discussão dos temas relevantes para a política, a economia e o pensamento.
Meus cumprimentos,
Ewerton Clemente.
terça-feira, setembro 19, 2006
sexta-feira, setembro 01, 2006
Proposta orçamentária para 2007 prevê aumento de gastos correntes em 10,2%
Por Ribamar Oliveira, em O Estado de São Paulo: "A proposta orçamentária para 2007, encaminhada ontem ao Congresso pelo governo, prevê crescimento nominal de 10,2% dos gastos correntes da União em relação a este ano. Essas despesas - que não incluem os investimentos, o pagamento dos juros das dívidas e as transferências constitucionais para Estados e municípios - passarão de R$ 385,3 bilhões para R$ 424,7 bilhões. O aumento do gasto será de R$ 39,4 bilhões e inclui a contratação de 46,6 mil servidores.(...)
O governo pretendia reduzir as despesas correntes de 2007 (excluindo as transferências para Estados e municípios) em 0,1% do PIB em relação a este ano, de acordo com o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o governo decidiu não observar a regra na proposta orçamentária, como antecipou o Estado, porque a LDO ainda não foi aprovada pelo Congresso.(...)
As despesas com salários dos servidores e benefícios previdenciários terão forte crescimento.(...)
Os gastos com custeio e investimento na educação vão crescer 14,8%(...)
Os gastos com o programa Bolsa-Família passarão de R$ 8,2 bilhões para R$ 8,6 bilhões,um aumento de 4,9%.
(...)Como antecipou o Estado, a proposta orçamentária para 2007 prevê aumento da carga tributária federal. (...)" - Leia mais aqui
O mau desempenho do PIB brasileiro empurra para baixo a média de crescimento do grupo conhecido como BRICs integrado por Brasil, Rússia, Índia e China
Em O Estado de São Paulo: "O fraco desempenho do PIB brasileiro no primeiro semestre afasta ainda mais a performance do País em relação aos demais integrantes do grupo que ficou conhecido como BRICs e inclui, pela ordem da sigla, Rússia, Índia e China. Comparado a outros países da América Latina, caso o Brasil cresça perto de 3% esse ano, como já se especula no mercado, será o penúltimo de um grupo de 18 que tiveram o desempenho estimado pelo FMI para 2006.O País, que empresta a primeira letra do nome do BRICs, vem jogando para baixo a média de crescimento do grupo. Entre 2001 e 2005, os quatro países cresceram 6,1% em média ao ano, taxa que sobe para 7,3% excluindo os resultados brasileiros, conforme levantamento feito pela Austing Rating.
(...) os outros países do BRICs têm taxas de investimentos altas, acima de 30% do PIB, superando a brasileira, que tem oscilado nos últimos anos entre 18% e 20%. De forma simplificada, esses países apresentam elevada taxa de poupança, consomem menos, o câmbio é mais alto, exportam mais e investem mais.(...)" - Leia mais aqui
Crescimento do PIB no segundo trimestre fica em apenas 0,5% e empurra para baixo previsões para o ano
Por Irany Tereza, em O Estado de São Paulo: "O ritmo de crescimento da economia caiu drasticamente no segundo trimestre do ano, com a elevação marginal de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas do País) em relação ao primeiro trimestre. É menos da metade do crescimento de 1,3% de janeiro a março.
O acumulado em quatro trimestres não chega a 2%. "Se o ano acabasse agora, o PIB teria crescido 1,7%", disse Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
(...)Rebeca ressaltou que o resultado do segundo trimestre "foi basicamente alavancado pela demanda doméstica".(...)
Ainda sob o aquecimento da oferta de crédito pessoal, o consumo das famílias aumentou 1,2%, na comparação com o primeiro trimestre. Foi o que garantiu a taxa levemente positiva do desempenho econômico de abril a junho. (...)
Em contrapartida, os dados divulgados ontem confirmaram a queda da produção industrial (0,3% em relação ao primeiro trimestre) e revelaram uma sucessão de taxas negativas relevantes nesse tipo de comparação(...)
Para esta comparação, os técnicos fazem a chamada dessazonalização, ou seja, eliminam estatisticamente características específicas de cada período que possam mascarar o saldo final. A curva de tendência, que traz a taxa anualizada, mostra de forma clara a desaceleração econômica nacional.(...)" - Leia mais aqui
"Se a gente não cumprir (as promessas), é porque houve fatores extraterrestres."
Por Tânia Monteiro e Leonencio Nossa, em O Estado de São Paulo: " O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que só "fatores extraterrestres" o impedirão de cumprir promessas de campanha.(...)
No início do governo, no auge da popularidade e usufruindo de prestígio em diferentes meios da sociedade, Lula recorreu a fenômenos da natureza para assegurar que iria fazer as reformas da Previdência e do sistema tributário.(...)" - Leia mais aqui
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