sexta-feira, outubro 07, 2005

"Não acabou, tem a última"

Após protagonizar mais um ato insipiente (para não trair-se em sua essência) ao rotular o Procurador Geral do Município de Piracicaba de arrogante e violento por utilizar os vocábulos incauto e usurpar – as definições literal e denotativa são, respectivamente, “não cauteloso; imprudente” e “exercer ilegalmente” – tomei ciência de que na última segunda-feira, dia 03/10/2005, o Sr. Walter Ferreira, evocando um famigerado populismo, , decidiu por transpor a barreira de sua insignificância.
Assomou à tribuna da Câmara de Vereadores de Piracicaba com o intento de desqualificar-me, sobretudo meu discurso proferido no dia 29/10/2005 sob o tema “O governo Lula e a sistematização da corrupção”, acusando-me de plágio, leitura de texto que não de minha autoria, sei lá mais o quê? Certamente assim o fez em virtude de sua limitação intelectual e incapacidade de elaborar uma simples e qualquer redação com o mínimo de obediência às regras gramaticais , coerência textual e concatenação de idéias... e, notadamente, por entender – numa reflexão egocêntrica – que escritores ou pessoas apaixonadas pela literatura, pela história, pela sociologia, pela economia, pela redação e, acima de tudo, a juventude – alienada senão mal-educada e irreponsável politicamente – jamais poderia seguir na contramão de seu déficit pessoal, intelectual e profissional.
Não conhecia o vereador Pira, por isso, pesquisei a respeito de Sua Senhoria para conhecer sobre suas realizações enquanto homem público, aquilo que pensa, sua ideologia e idéias, formação acadêmica e carreira profissional, enfim seu histórico. Nada encontrei. Apenas o site da Câmara (http://www.camarapiracicaba.sp.gov.br/) traz a mensagem de que não há nenhum nota, artigo, etc... técnico ou de qualquer outro caráter que emita sua opinião sobre os mais variados temas, assim como consta de sua vasta biografia estar em seu primeiro mandato de vereador , ser autônomo e ex-jogador de futebol.
Por fim, fica evidente que o nobre vereador não tinha razões, muito menos atributos para ser desrespeitoso e inconseqüente da forma como foi.

Nenhum comentário: