Estudo revela: Brasil prefere o assistencialismo financiador da pobreza, não cria condições básicas de desenvolvimento e, assim, torna o indivíduo dependente de um Estado excessivamente intervencionista
Por Sérgio Gobetti e Lígia Formenti, em O Estado de São Paulo: "Os governos municipais, estaduais e federal aplicaram no ano passado cerca de R$ 425 bilhões na área social, o maior gasto dos últimos 15 anos, mas 59% desse total foi despendido no pagamento de benefícios e transferências às famílias e só 41% foi para ações que efetivamente podem mudar a vida das pessoas. A conclusão faz parte de um estudo elaborado pelo economista José Roberto Afonso, que faz uma radiografia completa das despesas dos governos em 2005. (...)
Os dados (...) mostram que o gasto social brasileiro é um dos maiores da América Latina, mas não tem a mesma qualidade de outros países com bons indicadores. (...)
No ano passado, os benefícios consumiram R$ 251,9 bilhões dos cofres públicos no Brasil, enquanto as chamadas 'ações estruturantes' (...) não passaram de R$ 173,1 bilhões.
'Estamos confundindo política social com assistencialismo'.(...) observa Afonso." - Leia mais aqui
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